Jamais esquecerei do sorriso da menina que
Um dia conheci num turbilhão de pessoas
Lamentando-se do passado ou do que viria.
Irradiando alegria, ela mudou o que havia em volta.
Ascendeu o apagado e encheu o vazio,
Nasceu onde morrera e
Abriu caminhos não mais percorridos.
Rabiscando passos, percebi não ser só uma menina.
O que tinha se tornado era algo maior,
Digno de uma mulher; uma verdadeira guerreira.
Rabiscando gestos, percebi que,
Ingenuamente, és uma menina-mulher...
Gigante por fora e por dentro.
Unicamente porque sabes que assim és mais forte.
E porque podes o que queres e quando queres,
Sem a preocupação das coisas futuras.
Como se tivesse um sol no coração,
A menina entre as inúmeras pessoas cegas pelo antigo e pelo novo
Sabia da importância do viver pelo viver, e
Tudo ao seu redor era único, como ela
A graça das palavras que saíam daquela boca
Não estava no simples falar, mas sim no
Hábito de as entender na sua ingenuidade e na visão de que
A vida que só faz sentido se a menina ainda não se sente uma mulher por completo.
(escrito de 2005 tão cheio de palavras ingênuas quanto de amor pela inspiradora delas)
Um dia conheci num turbilhão de pessoas
Lamentando-se do passado ou do que viria.
Irradiando alegria, ela mudou o que havia em volta.
Ascendeu o apagado e encheu o vazio,
Nasceu onde morrera e
Abriu caminhos não mais percorridos.
Rabiscando passos, percebi não ser só uma menina.
O que tinha se tornado era algo maior,
Digno de uma mulher; uma verdadeira guerreira.
Rabiscando gestos, percebi que,
Ingenuamente, és uma menina-mulher...
Gigante por fora e por dentro.
Unicamente porque sabes que assim és mais forte.
E porque podes o que queres e quando queres,
Sem a preocupação das coisas futuras.
Como se tivesse um sol no coração,
A menina entre as inúmeras pessoas cegas pelo antigo e pelo novo
Sabia da importância do viver pelo viver, e
Tudo ao seu redor era único, como ela
A graça das palavras que saíam daquela boca
Não estava no simples falar, mas sim no
Hábito de as entender na sua ingenuidade e na visão de que
A vida que só faz sentido se a menina ainda não se sente uma mulher por completo.
(escrito de 2005 tão cheio de palavras ingênuas quanto de amor pela inspiradora delas)
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