Abrir mão da vida era, sim, uma opção.
Para ele.
E só para ele.
Porque todos em volta jamais entenderiam as razões.
Por mais claras que fossem.
Afinal...o jovem rapaz chegara onde muita gente queria.
Mas não era feliz.
Em nenhuma instância.
Sorria por pura convenção.
No fim das contas, desauguáva em choro.
Bastava abrir a porta do quarto.
No começo, via no outro a responsabilidade pelo seu sofrimento.
Agora, aponta o dedo para si.
Com razão.
Esperar demais da vida é veneno.
Similar ao que mata de verdade e está guardado na cozinha de casa.
Não distante, o rapaz fará uma bobagem.
Contudo, ninguém acreditará quando o aviso for dado.
Uma pena.
Ainda haveria chance de um encontro com a felicidade (sempra há).
Mas ele terá cansado de esperar.
muito triste.
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