Longe dele, ela anda cabisbaixa.
Como não tem para quem olhar, prefere a segurança do chão.
Parece uma menina perdida.
E triste.
Na verdade, é.
Ao lado dele, também mais parece uma garotinha.
Daquelas que vivem de suspiros.
Aí...come alguns...e enche o pulmão de ar para liberar outros.
É involuntário.
Já ele, sem ela, é um moleque.
Não nega sorrisos, arengas ou traquinagens.
Pura encenação.
Tudo.
O menino prefere mesmo a maturidade de quando está com ela.
Tem orgulho de (s)ter (d)a menina-moça-dos-suspiros.
E é feliz.
Apesar de a idade cronológica de menina ter ficado para trás, ela age como se fosse uma o tempo todo.
Mesmo com a idade cronológica de homem estar anos à frente, ele age como se fosse um o tempo todo.
Ambos sentem-se melhor assim.
E estão certíssimos.
Antes lembrar dos sete meses de amor acompanhado do que dos anos de amor sozinho.
Por mais que tenha havido um hiato entre o quinto e sexto aniversários.
Eles estão apenas (re)começando.
Há uma vida inteira por vir.
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