Ela até vê. Mas não enxerga.
Influência do próprio nome.
Luz demais ofusca.
Daí a impossibilidade de perceber o bom no outro.
Para a criatura, há esperteza alheia em tudo.
Nada é feito com sinceridade.
Amor, então, é coisa de cafona.
Age assim porque, no fundo, sente-se insegura.
Sofre.
E ninguém estende a mão para ajudar.
O maldito individualismo.
Há quem diga ter chance de melhora.
Um dia, quem sabe.
Por ora, a vida dela é pessimismo.
Só lamento.
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