São necessárias três estrelas para fazê-lo feliz.
Uma delas com gosto de limão (o único doce do mundo);
a outra sempre feliz (e dançante);
e a outra com a sobriedade à flor da pele (para equilibrar).
O problema foi a danada da vida tê-las espalhado pelo mundo.
Jogou num pedaço de terra flutuante.
Lugar alcançável só a 52 mil metros de altura.
De doer o peito.
Aí...toda despedida vira (re)começo.
Mais para ele que para as estrelas.
Afinal...elas têm umas às outras...sempre.
Enquanto o garoto é só.
Ou quase isso.
Não à toa, os dias dele são de espera.
Angústia pura.
E o pior é constatar o nada a fazer para preencher o vazio que fica após os abraços de até breve.
A única saída seria juntar-se às estrelas.
Mas isso está na casa do impossível.
O céu está distante demais.
Por ora.
Até o momento chegar, ele aquece o coração com memórias.
E abre o sorriso ao lembrar da reciprocidade do amor.
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